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Gears of War: E-Day recebe análises elogiosas e fica perto de 90 nos agregadores; críticos apontam quedas de desempenho e fases repetitivas
Com lançamento marcado para terça-feira (6), o prequel da The Coalition tem nota 87 no Metacritic e 88 no OpenCritic nos números consultados pelo NTB. Elogios ao combate e à ambientação; críticas ao ritmo, à repetição de cenários e ao áudio.
As primeiras análises de Gears of War: E-Day foram liberadas em 1º de outubro de 2026 — cinco dias antes do lançamento, marcado para 6 de outubro, para Xbox Series X|S e PC. Os agregadores mostram uma recepção claramente positiva para o prequel da The Coalition, que volta ao dia em que os Locust invadiram a Terra.
As notas, nos agregadores
- Metacritic: 87 (“geralmente favorável”), com 35 análises na versão de Xbox Series X e 30 na de PC;
- OpenCritic: média dos principais críticos de 88, com 92% de recomendação, em 61 análises, na faixa “Mighty”.
Esses números foram consultados pelo NTB nas páginas dos agregadores e mudam conforme novas análises chegam. A nota de usuários do Metacritic, 8,5, tem apenas quatro avaliações e ainda não é representativa.
Notas de veículos
Entre as análises individuais listadas no OpenCritic: TechRaptor 9,5/10, GameRant 9/10, TrueAchievements 9/10, Xbox Achievements 90%, Tom's Guide 4,5/5 e GameSpot 7/10. Também circulou antes do embargo uma análise do The Guardian, com 3/5, que apontava jogabilidade repetitiva — o que mostra que a recepção não é unânime.

Como se compara à série
Os três primeiros jogos da franquia tiveram notas acima de 91 no Metacritic, a mais alta, 94, do original; o quarto e o quinto ficaram em 84. Com 87 no momento da consulta, E-Day fica acima dos mais recentes e abaixo dos clássicos. A análise do Canaltech chama o jogo de o mais bem avaliado da série desde a trilogia do Xbox 360.
O que os críticos elogiam
- Visual: o Unreal Engine 5 entrega iluminação e detalhes de cenário impressionantes;
- Combate: sistema de cobertura responsivo e violento, que transmite caos;
- Personagens: a dinâmica do Esquadrão Bravo, com destaque para Lucas Reyes;
- Variedade de inimigos e batalhas contra chefes memoráveis;
- Modificação de armas e equipamentos, que estimula explorar missões secundárias.
O que os críticos criticam
- Desempenho: quedas constantes de quadros por segundo, mesmo no modo de desempenho, segundo o Canaltech;
- Fases repetitivas: reaproveitamento de locais, em especial o centro da cidade de Kalona;
- Roteiro: temas como governo autoritário pouco desenvolvidos;
- Áudio: vozes abafadas por efeitos e problemas de sincronia na dublagem em português;
- Menu de melhorias complicado para um jogo de ação.

Vale esperar?
Para quem curte tiro em terceira pessoa com foco em cooperação e em ação intensa, a recepção indica uma boa compra. Quem é sensível a quedas de desempenho pode esperar o primeiro patch ou conferir vídeos de análise técnica no console que possui. Como o lançamento é na terça-feira, atualizações de desempenho no dia 1 são comuns, mas não garantidas. O jogo é exclusivo de consoles Xbox e PC; não há versão para PlayStation 5.
Nota da redação: texto elaborado pelo NTB a partir de consultas ao Metacritic e ao OpenCritic e da análise do Canaltech. Os números são de um instante da consulta e podem mudar. O NTB não jogou o título; as avaliações citadas são de terceiros. Este texto complementa a matéria de pré-lançamento, que informava que ainda não havia análises consolidadas.
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