Segunda-feira, 5 de outubro de 2026Ciência, tecnologia, inovação e engenharia

Petróleo e Gás

ANP aprova configuração de 501 novos blocos exploratórios na Margem Equatorial

Aprovação não inclui automaticamente as áreas em leilões; avaliação ambiental do Ibama e manifestação conjunta de MME e MMA seguem como etapas obrigatórias.

Plataforma de petróleo no mar, no Brasil
Plataforma de petróleo no Brasil (imagem de arquivo, ilustrativa). Foto/Imagem: Arquivo ABr / Wikimedia Commons, CC BY 3.0 br

A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou, em 2 de outubro de 2026, a configuração de 501 novos blocos exploratórios na Margem Equatorial brasileira. A decisão acrescenta 11 novos setores e cerca de 380 mil quilômetros quadrados, em lâminas d'água acima de 3 mil metros.

Onde ficam

Os blocos estão distribuídos pelas bacias de Barreirinhas, Ceará, Foz do Amazonas, Potiguar e Pará-Maranhão. A ampliação foi possível depois do reconhecimento, pela ONU em 2025, da extensão da plataforma continental brasileira, segundo a publicação.

Não é um leilão

A própria agência destacou que a aprovação trata da configuração das áreas e não resulta na inclusão automática dos 501 blocos nos editais da Oferta Permanente. Para chegarem a um edital, as áreas precisam passar por avaliação ambiental do Ibama e por manifestação conjunta dos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente. A diretora Symone Araújo apontou esse processo ambiental como o principal desafio para incluir novos blocos na região.

Contexto

Em junho, a ANP já havia aprovado o estudo de 86 blocos para futuros leilões da Oferta Permanente, dos quais 61 na Margem Equatorial. O sexto ciclo da Oferta Permanente de Concessão está marcado para 7 de outubro, conforme divulgado pela agência naquele mês.

Nota da redação: texto elaborado pelo NTB a partir das fontes públicas listadas ao final; datas e números seguem as fontes citadas.

Fontes

Redação NTB · Ciência, tecnologia, inovação e engenharia

Conteúdo elaborado pela equipe do News Tech Brazil a partir de fontes públicas, com apoio de ferramentas de inteligência artificial e revisão editorial. Todas as matérias listam suas fontes.

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